Full Moon

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Full Moon prossegue, alarga e aprofunda a exploração e a ruptura radical no percurso de Josef Nadj, iniciadas com Omma: a peça apresentada no Festival de Almada de 2021. O mesmo grupo de bailarinos africanos é o demiurgo de um continente sonhado, empreendendo uma viagem às origens da dança, do movimento e, no limite, da humanidade. Busca que começa por um mergulho nos seus próprios corpos, em demanda de origem, de tradição ancestral, de terra primordial. As danças tradicionais africanas, com os seus rituais e polirritmias, são convocadas enquanto energia e essência, estendendo, via improvisação, braços sobre o Atlântico, até aos antecedentes do jazz, fazendo da viagem que foi cativeiro uma afirmação de liberdade pura. Outro referencial para Nadj, nesta nova criação, é a marioneta/máscara enquanto ilustração das díades inerte/vivo e animado/inanimado. O imaginário ligado à Origem liga-se, pelo título, à perene renovação e transformação veiculada pela Lua, por via dos seus ciclos e fases periódicas, os quais fornecem uma estrutura- grelha sobre a qual coreografar.

Sérvio de etnia húngara, Josef Nadj, bailarino e coreógrafo, artista plástico e fotógrafo, vive em Paris desde o início da década de 80. Estreou-se como coreógrafo em 1987 e desde então já assinou mais de 40 produções, que o tornaram numa referência da dança contemporânea. Foi director do Centro Coreográfico Nacional de Orleães (1995-2016), que deixou para fundar a sua companhia – Atelier 3+1, baseada em Paris. Presença regular no Festival de Almada, em 2021 dirigiu a formação O sentido dos Mestres.

Full Moon, próximas datas

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